Tudo o que precisa saber sobre o déficit de atenção

Tudo o que precisa saber sobre o déficit de atenção

A infância é uma fase de muitas descobertas, aprendizagens e desenvolvimentos, especialmente a nível cognitivo. Como o cérebro ainda se está a desenvolver, é normal que a capacidade de concentração dos pequenos seja menor. Porém, esse estado cognitivo natural da criança não deve ser confundido com déficit de atenção.

Isso porque em alguns casos, e associados a outros sintomas, essa incapacidade de se concentrar numa determinada atividade é fator suficiente para indicar que a criança possa sofrer deste síndrome. No nosso centro de estudo podemos ajudar nesse sentido.

Mas se quer perceber melhor este transtorno que afeta, principalmente, crianças em idade escolar, continue a ler.

Déficit de atenção: Tudo o que precisa saber sobre este tema

Qualquer pai deve estar bem informado em relação a esta síndrome. Isso porque é simples confundir os comportamentos normais das crianças, com os sintomas apresentados por quem sofre deste transtorno.

Mas, de seguida respondemos às questões mais comuns sobre este tema.

1 – O que é déficit de atenção?

O déficit de atenção é classificado pela medicina como um distúrbio de neurodesenvolvimento. Surge normalmente na infância, de forma precoce e afeta diretamente o desenvolvimento pessoal, social, académico e até profissional.

Outra característica do déficit de atenção é que muitas vezes está associado a um comportamento hiperativo e impulsivo. Além disso está também associado à falta de atenção predominante.

Comumente, a doença começa a manifestar-se em crianças a partir dos 4 anos de idade. Mas, o diagnóstico é mais provável de ocorrer entre os 8 e os 10 anos de idade. Contudo, por vezes pode ser diagnosticado na adolescência.

2 – Quais os sintomas do déficit de atenção?

O principal sintoma apresentado por quem sofre com este distúrbio é a falta de atenção. Assim, os períodos de concentração são breves e escassos.

Este sintoma surge especialmente quando a criança é submetida a atividades que exigem vigilância, perceção visual, reação rápida e atenção constante.

Associados a este sintoma estão também a impulsividade e a hiperatividade. O comportamento impulsivo leva a ações precipitadas e que podem ser prejudiciais.

Já a hiperatividade caracteriza-se pela necessidade de estar sempre em movimento, de forma excessiva, demonstrando constantemente agitação e inquietação.

Todos estes sintomas podem ter consequências extremamente prejudiciais, principalmente em crianças em idade escolar. Isso porque elas não conseguem desenvolver de forma satisfatória as habilidades necessárias na vida académica.

3 – Quais as causas do déficit de atenção?

Embora não haja uma resposta definitiva para essa questão, acredita-se que este transtorno tem causas hereditárias. Devido a essa hereditariedade os neurotransmissores do cérebro acabam por desenvolver anomalias.

Alguns estudos sugerem que o déficit de atenção pode também ter causas externas, ligadas a fatores ambientais durante a gravidez como o tabaco e álcool. É interessante mencionar que a doença pode agravar-se devido a distúrbios no ambiente familiar ou escolar.

4 – Qual o tratamento do déficit de atenção? 

Como é comum em doenças de natureza neurológica com reflexos comportamentais, o déficit de atenção pode ser tratado com a combinação de medicamentos juntamente com a terapia comportamental.

A terapia é fundamental para quem sofre com o déficit. Isso porque devido às frustrações a que estão sujeitos na vida pessoal e académica e profissional, quem padece desta doença tende a desenvolver baixa autoestima, ansiedade e depressão.

Sem o tratamento adequado, a doença pode levar a comportamentos de risco, como o abuso de álcool e drogas. E, em alguns casos mais graves pode levar até ao suicídio.

É muito importante que os pais estejam atentos caso os seus filhos apresentem comportamentos típicos de quem é acometido pelo déficit de atenção. Só dessa forma é possível que a intervenção seja feita o mais precocemente possível.

Apesar de não ter cura, o tratamento pode amenizar os sintomas e proporcionar mais qualidade de vida. Isso irá servir para que este se sinta confiante e capaz de executar todas as tarefas que fazem parte do seu dia a dia.

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